segunda-feira, 28 de Julho de 2014

Cheira-me a noitada

A consulta estava marcada para as 16.30. Claro que já sabíamos que nunca seria às 16.30.
Às 14h, recebemos o primeiro telefonema:
- Olá! Consulta adiada para as 18.30!
Ok.
Entretanto, já recebemos mais 3 mensagens:
19.30.
20.30.
21h.

Será que fica por aqui?
Ai, Baby M… vejo-te mais logo… 

Bem-vindo, Mojito!

Fomos buscá-lo ao hotel, onde passou o fim-de-semana (cão chique a valer, este vira-lata).
Mal me viu, urinou-se nas minhas pernas e pés. Atendendo a que estava com umas sandálias… foi um prazer sentir aquele quentinho invadir-me os dedos… A seguir, cumprimentou o Ricardo da mesmíssima maneira (mas a ele não lhe chegou aos pés, apenas aos sapatos). Depois, e apesar de não lhe terem dado comida no hotel, enjoou e vomitou bílis no carro. Parámos para limpar, para passear um bocadinho com ele, a ver se lhe passava o enjoo antes de seguirmos viagem (eu não digo que o tipo é fino?). Foi então que o Ricardo suspirou:
- Bem-vindo, Mojito. Já fizeste xixi em cima de nós, já vomitaste, já vi que os bancos estão carregados de pelo… Devo agora contar que cagues o carro, para ficar o cenário completo?

(eu ri-me. Baixinho, para não o enervar ainda mais, mas ri-me…)


Espelho meu, espelho meu

A minha filha Madalena é muito polivalente. Por um lado é super feminina, adora ganchos, colares, saias de tule, camisolas com brilhantes (é até preciso pôr-lhe algum travão para não se transformar numa árvore de Natal), mas depois não acha piada às brincadeiras das meninas nem às meninas propriamente ditas. Tem muito mais amigos rapazes e gosta de Invizimals, aranhas e barcos telecomandados.
Ainda assim, gosto do seu lado feminino, confesso. Para gajos já cá tenho três (em breve 4). E, por isso,   diverti-me muito quando, na sexta-feira, acabámos as duas a arranjar mãos e pés.




É claro que isto foi uma gracinha… a miúda tem 5 anos!!! Mas que foi um prato vê-la a encarnar o papel de diva… isso foi.

Hoje é dia de...

… ir à consulta mensal e espreitar Baby M.
Ainda bem porque ando cheia de contracções e sempre quero ver o que me diz o querido Dr. Fernando Cirurgião. Morro de medo que o meu útero rebente, na zona das anteriores cesarianas, sobretudo quando olho para a minha barriga e a vejo tão grande (e ainda a faltar taaanto tempo até ao final). Uma das coisas que o médico sempre me disse foi que teria de evitar, a todo o custo, a existência de contracções, pelo que temo que me mande ficar imóvel como uma pedra.
Também tenho medo que o Baby M decida nascer antes do tempo, com tudo o que isso implica. Bom, para já implicava morrer, o que era muito triste. De qualquer maneira, dentro de duas semanas, e apesar de já ser considerado viável, continuava a ser uma desgraça. Conheço alguns casos de grandes prematuros que se safaram sem sequelas, mas depois há outros que não ficam nada bem. Seja como for, o ideal é que se mantenha no forno e eu tudo farei para que assim seja. Mesmo que isso implique… ficar imóvel como uma pedra.


Fim-de-semana celestial (literal e metaforicamente)

Tinha uma reportagem para fazer em Portimão, no sábado. Vai daí e pensámos: e se fôssemos todos? Famílias ciganas dá nisto. Como temos a nossa casa algarvia alugada, decidimos ficar num dos poisos já habituais. E foi tãooooo bom.
















Às vezes pedem-me sugestão de hotéis onde levar mais do que dois filhos (nem sempre é fácil encontrar alojamento para famílias numerosas) e este hotel é sem dúvida uma boa escolha. Tem apartamentos grandes onde cabe a criançada toda, várias piscinas, uma delas aquecida ao ar livre (eles adoram), um Kids Club excelente (há cinco anos que os miúdos conhecem uma das monitoras, que até já foi sua babysitter), está em cima da praia, e ainda há actividades para as famílias (este sábado havia insufláveis, jogos e doces).




Ao final do dia, fui assistir à primeira missa do meu amigo Paulo Duarte. Um ex-comissário de bordo que encontrou a sua vocação na igreja e se tornou… padre. Poderão ler toda a sua história, em breve, na Notícias Magazine. A igreja estava completamente cheia (uma loucura de cheia) e a missa foi muito bonita, até mesmo para mim, uma ateia confessa. O sermão dele foi fantástico e estou segura que é de pessoas como o Paulo que a igreja precisa.



A foto está um pouco torta porque eu estava de pé, espremida entre uma multidão, tentando não cair para o lado com o calor que se fazia sentir. Mas valeu tanto a pena!
(depois aviso quando a reportagem sair)

sexta-feira, 25 de Julho de 2014

Taberna

Ontem descobrimos, pela mão de amigos de sempre, um restaurante que não conhecíamos e que é mesmo para repetir muitas e muitas vezes: Taberna da Rua das Flores (no Chiado). Pequenino, com um atendimento super atencioso, e com petiscos de babar. A pata roxa estava excelente, as amêijoas idem, o Tataki de atum podia vir todos os dias para a minha mesa, e por aí fora. Uma noite boa mas boa.


Mãe-galinha?

Estou numa escola, o telemóvel de um adolescente toca. O toque é o cacarejar de uma galinha.
- Cocóróró, cocóróró, cocóróró.
Ele tira-o do bolso e atende, com ar de enfado.
- Diz, mãe.

Bicho

Ando desconfiada que o meu blogue é portador de um bicho. Calma, calma, nada que vos afecte a vós, caríssimos leitores. Mas qualquer coisa ele há-de ter. Primeiro comecei a receber indicações de que é lento a abrir, mais lento que qualquer outra página da internet. O meu marido diz que chega a dar para adormecer, enquanto espera que a página abra. Fui ignorando, porque aqui no meu MAC é tudo bastante rápido. Pensei que podiam ser queixas vindas de computadores idosos, do tempo da Maria Cachucha. Mas depois o Sitemeter morreu, levando com ele informação preciosa de anos de actividade blogueira. Como sou pessoa que tem mais que fazer, e para quem o blogue continua a ser mais uma diversão, procurei ignorar (de novo). E comecei do zero. Mas o meu Sitemeter continua marado. Uns dias conta, outros não, o que dá origem a resultados que nada têm que ver com a verdade. E isto enerva-me. E comecei a pensar que, se está lento e se o Sitemeter não se entende com ele, talvez o Cocó tenha bicho. Lombrigas, quem sabe. Eu não sei. Mas pergunto-vos: notam que o vosso cocó é mais lento que um caracol? Notam outras coisas estranhas que queiram reportar aqui a esta infoexcluída? Acho que vou ter de pagar a um informático daqueles mesmo bons para me ajudar. HELP!


quinta-feira, 24 de Julho de 2014

Um novo conceito de toalhas

A marca chama-se Futah e é nome de novas toalhas de praia. Feitas de 100% de algodão egípcio (a fibra natural mais antiga do mundo), são super absorventes e leves.
Aquelas cestas lindas, no caso aqui da família numerosa, nunca davam para carregar todas as toalhas porque somos muitos e porque as toalhas tradicionais são pequenos monstros. Depois de usadas, então, quando vêem ensopadas de água do mar… ui! Cada um tinha de trazer a sua, sob pena do desgraçado que trouxesse a cesta acabasse com uma lombalgia!  Com estas toalhas… acabou-se o peso e o volume!
Já tinha visto estas toalhas lindas nos facebooks de muita gente, achei-as muito giras, mas foi a prima Cris que me convenceu. Aliás, ela falou-me nas Futah com tal entusiasmo que cheguei a pensar que o negócio era dela ou que ganhava comissão! Nisso ela é como eu: quando gosta, gosta mesmo e isso nota-se! Mesmo sem comissões…
Vai daí que me rendi ao fenómeno. As combinações de cores e os padrões são imensos, por isso dá para todos os gostos. Rendemo-nos a uma toalha XL, que dá para nos deitarmos todos uns ao lado dos outros. Até o baby M lá cabe (no verão 2015, numa praia perto de si).
Mais AQUI.