Quarta-feira, 19 de Junho de 2013

A festa de aniversário mais especial de sempre

Eu já conhecia a Ursa, porque lia o seu blogue. Depois... bom, depois o Rodrigo juntou-nos numa causa, quando certo dia ela me perguntou se eu era capaz de ficar sentada sem ajudar aquela mãe a tentar o que quer que fosse para salvar o seu filho. Eu, claro, disse que não, não era capaz de ficar sentada a assistir a tamanha injustiça. E assim, com mais cinco raparigas incríveis, começava o Todos Por Um. Foi então que conheci a Ursa pessoalmente. E gostei dela para caraças, assim daquele gostar que a gente acha que pode ser para sempre (embora a vida já me tenha ensinado muita coisa sobre a falácia que existe na maioria dos «para sempre»).
Agora, a Ursa vai fazer uma coisa incrível. Vai comemorar o primeiro aniversário da sua filha Ana de uma forma verdadeiramente espantosa. Vai fazer uma festa de aniversário solidária. Oferece o lanche e a animação (com a ajuda de todos os amigos que se quiserem juntar) e, em troca, pede que venham e se inscrevam como potenciais dadores de medula óssea. Onde? Na própria festa! É esta a prenda que a Ana quer receber dos seus convidados.

Esta festa tão especial vai ser no dia 10 de Agosto, às 15h. O local ainda não está definido. Mas podem ir acompanhando tudo AQUI.

(Contactos para o email: maegyver@sapo.pt)

Eu, que já gostava dela, gosto ainda mais.

Terça-feira, 18 de Junho de 2013

Betrend

Hoje botei faladura AQUI.

Sónia vs Sónia

Perguntam-me como correu a dieta dos 31 dias? Correu muito bem. Aliás, corre. Teve aqui esta semana de interrupção mas vai continuar. Porque a dieta só dura 31 dias para quem só tem pouco peso a perder. Para quem tem um bocadito mais, é preciso arrastá-la no tempo, para mais do que 31 dias. Permanecer numa das fases, mais tempo, e só depois passar para a seguinte.
É uma dieta soft, não custa, não dói quase nada. Mesmo. Mas é preciso ser rigoroso. E eu fui, durante 2 meses. Perdi 4 quilos. Não é muito, dir-me-ão. Pois não, mas eu sou do género «lenta a perder». Sempre fui e agora, perto como estou dos 40, a coisa tende a ser ainda mais lenta. O pior é a sacana da vida social. Isso é que me lixa. É que a dieta até prevê um dia da semana para a asneira. E a Drª Agata Roquette até recomenda que uma pessoa não se ponha armada em super-herói, a dizer que não precisa do dia da asneira. Claro que precisa, senão dá em maluca. Mas o problema é que há alturas na minha vida em que a vida social ultrapassa - em muito - o dia por semana. Começa por ser um dia, depois vem outro, e depois mais um que só dois é pouco, como na música do beijinho. E quando dou por ela estou há uma semana numa ramboia sem par. Conclusão: dos 4 quilos perdidos em dois meses, recuperei dois numa semana. Tão bom não é? Sou lenta a perder mas ultra rápida a ganhar. Assim sendo e feitas as contas, tenho seis quilos para matar. Mas são daqueles que parecem agarrados a mim, como lapas. E que, para ser honesta, já nem tenho a certeza que alguma vez bazem daqui. Sim, se mexesse o real rabo ajudava. Se não o mexesse só de vez em quando era um grande empurrão, que era. Mas vão dizer isso ao meu traseiro! Eu já me cansei, que isto é bunda velha, já calona e pesada, que se enrosca num sofá como um parafuso a uma porca. Um dia destes desisto de lutar contra mim própria. Há anos que vivo nesta constante luta entre a Sónia que é boa vivant e que aprecia os prazeres da mesa, e a Sónia que quer caber nuns jeans apertadinhos sem parecer uma pasta dos dentes apertada no meio. Desde que me conheço como gente que vivo neste limbo. Ora estou mais jeitosa mas com o estômago a roncar (e um feitio a atirar para o piorzinho) ou mais texuga mas com uma vida gira e animada. Cheira-me que um dia destes mando a luta às urtigas e dou a vitória à Sónia bom-garfo (e melhor copo). Mas... hoje ainda não é o dia.

JAM

O João Almeida Moreira foi meu colega de turma na faculdade e sempre gostei muito dele. Tinha um humor corrosivo, dizia as maiores piadas com o ar mais sério, era o sportinguista mais doente que já alguma vez tinha conhecido (depois tive o meu filho Manel). Chamava-me Motorcycle woman ou, numa versão mais abreviada, Motor. Na viagem de finalistas, quando tivemos um acidente em Malta, fomos ambos para o hospital. Eu de ambulância, ele de carro, mas batemos ambos com a cabeça e fomos solidários na dor. Fizemos muitas borgas, apanhamos muitas borracheiras. Muitas. Chegámos ambos a carpir a mesma dor de corno (a paixão dele e a minha embrulharam-se certa noite e, no dia seguinte, só nós dois compreendíamos a dor um do outro).
Mais tarde, o João foi meu colega no Diário de Notícias. E vivemos tempos engraçados. Malucos e inesperados, mas giros. Depois, seguimos caminhos distintos e deixei de o ver. Ia sabendo dele, jornalista de desporto excepcional, mas só esporadicamente. Até que alguém me disse que ele tinha ido viver para o Brasil. Mas mais não conto. Porque ele conta-o maravilhosamente, AQUI.
Não conhecia este projecto (Carrossel) mas já fiquei fã.
Beijo, JAM! Grande história. Muito bem escrita, como sempre.

Dieta? Pois, pois... Mais vale assumir que vou ser sempre anafada

Primeiro foi o fim-de-semana prolongado no Porto.
Depois veio a noite de Santo António.
Seguiu-se o fim-de-semana prolongado no Algarve.
A dieta? Pois, pois, cof, cof, cof. Mojitos, cervejas, acepipes, vinho, sobremesas. Dieta? Pois... dêem uma pulseirinha de tudo incluído a quem gosta de comer e beber a ver como é impossível pensarem, sequer, em restrições alimentares.
Claro que a seguir vem o arrependimento. E a tentativa de entrar de novo nos eixos, nos carris, ora bolas, nós até já estávamos há dois meses a cumprir tudo certinho, raios partam isto. Sim senhor, sai um salmãozinho grelhado e legumes para a mesa do canto, chega de parvoíces, vamos lá. Mas depois aparece-nos um amigo em casa, traz com ele uma garrafa de Hendrick's, pepinos (para mergulhar no gin) e um pacote de batatas fritas, e fica-se a uma segunda-feira até às tantas à conversa.
Catano para a vida social, pá.
Se calhar já fazíamos um retiro, num convento, durante uns 6 meses.
Só assim.

De como o mau tempo afecta os malucos

Depois de um fim-de-semana prolongado com um sol esplendoroso e muitos mergulhos na piscina fica muito, mas mesmo muito difícil suportar esta porra deste Inverno cretino a 18 de Junho. Vocês não imaginam como me transtorna a caixa dos pirulitos. 

Segunda-feira, 17 de Junho de 2013

Os professores merecem o nosso respeito (e a nossa solidariedade)

Tenho muita pena que se tenha vindo a desvalorizar a profissão de professor. Haverá actividade mais nobre do que a de passar conhecimento, ensinar as novas gerações, entusiasmá-las para o saber? Como é que isto aconteceu? Como é que se passou do respeito por um lente para a total bandalheira, o total demérito, a perfeita desconsideração? Não sei. Mas tenho pena.
Tive alguns professores que me marcaram. Muito. A primeira de todas foi a minha professora primária, miss Morgado (Escola Princesa Ana). Gostava tanto dela que, quando se pôs a hipótese de mudar para outra fiz uma fita imensa. Não mudei. A miss Morgado era doce mas também sabia ser dura. Ensinou-me tanta coisa... e soube entusiasmar-me por aquilo que, já na altura, era o que mais gostava: escrever.
Também não me esqueço da minha professora de Português, já no Moderno. Era a Cidália. E a de Filosofia, tão mas tão marcante para mim: Lisete. Era incrível. E era impossível não gostar da disciplina, com uma professora tão apaixonada por o que leccionava. Além do mais, ajudava-nos tanto a compreendermo-nos, nós que andávamos todos tão baralhados com as hormonas. Ainda hoje, quando a vejo, tenho sempre vontade de a abraçar. Também não me esqueço do professor de Físico-Química, cujo nome já esqueci, mas que era um querido senhor, tão paciente para com a minha incapacidade de atingir toda a complexidade quer da física, quer da química. E, mais tarde, o professor Vítor Nobre, de rádio (perfeito, perfeito!), o professor Adelino Gomes, o professor Mário Figueiredo (que, já contei aqui, foi quem me disse que não podia ser outra coisa que não fosse jornalista, quando me pus a pensar ir para Publicidade).
Estou a esquecer-me de muitos. Seguramente. Mas, assim de repente, são estes os nomes que me ocorrem. E que ajudaram a ser quem sou hoje. Por isso, hoje estou com os professores, com a sua luta por uma vida melhor, mais digna, pela respeitabilidade que a sua profissão nunca devia ter perdido. Muitos alunos ficaram sem fazer o exame hoje? Ficaram. É chato? É. Mas quem sabia a matéria hoje sabê-la-á no dia 2 de Julho. As lutas, todas elas, causaram transtornos a alguns. Sempre foi assim. Sempre será. O importante é lutar por aquilo que está certo. Hoje estou com os professores. E mando um abraço a todos os alunos que hoje não fizeram exame. Mas quero acreditar que, no dia 2 de Julho, saberão tanto de Português como sabiam hoje.

Parabéns, irfilha

Faz hoje 28 anos que fui mãe pela primeira vez, sem o ser. Afinal, quem nasceu ali na Cruz Vermelha não foi a minha filha mas sim a minha irmã. Mas eu desejava-a há quase tantos anos quantos anos eu tinha. Até que um dia - lembro-me como se fosse hoje - a minha madrasta me mostrou roupas pequeninas, arrumadas dentro de uma gaveta. E eu, de tão longe que estava de acreditar que o meu sonho podia efectivamente realizar-se, perguntei se eram para o meu «bebé careca». Não eram. A minha madrasta estava grávida e eu não podia estar mais feliz.
Faz hoje 28 anos que o meu coração se estendeu e eu percebi o que é isso de amar. Amar alguém que aparece na nossa vida e não alguém que já cá estava antes. Amar um ser pequenino e querer mostrar-lhe esse amor. Lembro-me da primeira vez que ela me sorriu, e de achar que não podia haver na vida maior felicidade do que a de ganhar o sorriso de um ser pequenino que se ama tanto. Anos mais tarde (17, para ser mais precisa), fui mãe de verdade. E o amor, sendo diferente na forma, não é assim tão diferente na intensidade. Ela continua a ser a minha pequenina, a minha bebé, como creio que sejam para sempre os filhos, ainda que cresçam e se tornem jovens, adultos e até velhos. Para mim ela é e será a minha menina. E, por isso, foi com algum choque que, no outro dia, ouvi a senhora da loja onde fui comprar uma roupinha para o meu sobrinho (ainda na barriga), dizer: «Se a mãe não gostar pode vir trocar». A mãe? A minha irmã (a quem eu chamo carinhosamente 'irfilha') é «a mãe»? Xinapá...
Hoje a minha irmã faz 28 anos e eu lembro-me sempre da emoção que senti ao vê-la pela primeira vez e de como ela me mudou a vida para melhor. Parabéns, minha bicha. Adoro-te.

Blackberry: uma vénia

É oficial. O Blackberry é o melhor telemóvel do mundo. O meu filho Manel herdou o meu este ano e, este fim-de-semana, num mergulho entusiasmado para a piscina, aquela «besta» (foi ele próprio que se intitulou assim) esqueceu-se de o tirar do bolso dos calções. Depois desse santo mergulho, o rapaz não deu logo conta da asneira. Só percebeu que tinha os óculos postos porque, quando veio à tona, viu a vida toda pingada. «Ah, espera, tenho os óculos, grande barraca». Saiu da piscina, tirou os óculos, e mergulhou de novo. Só daí a pouco é que o vi nadar a alta velocidade para a escada, sair com um ar aterrorizado, levar a mão ao bolso e tirar de lá o meu ex-telemóvel, agora seu. Fiz aquela cara que as mães fazem nestas circunstâncias, um misto de condenação e pena, abanando a cabeça e enrugando o nariz como se estivesse agoniada, e dei logo ali a minha extrema unção ao dito cujo, pobrezinho, paz à sua alma, já foste. O pai, pessoa de bastante mais fé do que eu, acreditou. Pôs o miúdo a secar o telemóvel comatoso com o secador do quarto, deixou-o dois dias na varanda. Hoje, pai e filho foram liga-lo. Eu, da cozinha, ia rosnando um «deve ser deve, claro, liguem-no, querem um desfibrilhador, também?» E, afinal, não é que o bicho sobreviveu? Sem sequelas? Nem uma gota de água a lixar a placa gráfica, nem uma humidadezinha, nem uma tecla sem funcionar? Grande telemóvel, pá! E que sorte do caraças a do maluco mergulhador, porque já lhe tínhamos garantido que não teria direito a mais nenhum este ano.

E pronto, a chorona voltou



O fim do xixi na fralda

Pequena Madalena deixou de usar fralda com um ano e meio. Mas a fralda da noite ainda não tinha largado. Nunca me ralei com isso. A miúda gosta de beber o seu leitinho antes de ir para a cama e, de manhã, a fralda pesava quase 3 quilos, o que significava que ainda não estava de todo preparada para a largar. Nunca fui daquelas mães nervosas com estas etapas, sobretudo com a do xixi, porque na maior parte das vezes tem que ver com a maturidade da bexiga e apressar um processo fisiológico não só é estúpido como pode causar embaraços desnecessários. Em princípio ninguém com saúde usa fralda aos 15 anos por isso... ela havia de a largar quando estivesse pronta. Pois foi preciso ir para o Club Med para se sentir pronta, que isto é menina que não faz a coisa por menos. Como não houve leite à noite a criatura acordou seca, sequinha. Na primeira manhã pensámos que teria sido sorte. Mas depois veio a segunda e a terceira. Fizemos-lhe uma grande festa. Ontem, quando chegámos a casa, pediu o leite. Implorou. E eu, que sou uma banana, dei-lho. Expliquei que lhe dava só um bocadinho, quase nada, para ver se não fazia xixi. E a verdade é que... acordou seca!!!! De maneiras que é isto. Chique a valer, esta miúda. Já tinha dado os primeiros passos no Lake Resort, agora deixa de usar fralda da noite no Club Med... tá certo. Tá certinho.

Domingo, 16 de Junho de 2013

Ops

Não conseguimos resistir ao apelo do sol e deste sítio fantástico.
Só vamos voltar a casa de noite. Queremos aproveitar até ao último instante.


Era isto e pouco mais




 Perfect luch
Escadinhas do Club Med para a praia

Praia Maria Luísa

Uma espécie de cabaninha da Tribord, comprada na Decathlon, que protege contra os raios UV.
Foi a sua estreia. Mas espero que tenha muito uso, este ano, aqui por terras algarvias

 Os meus amores


Foram uns dias incríveis. Adorámos o Club Med, o conceito, o facto de ser tão vocacionado para a família, a simpatia de toda a gente, o tanto que há para fazer. A pulseirinha mágica, do tudo incluído, é simplesmente perfeita quando se tem crianças. E amámos o facto de todos fazerem tudo. Um exemplo? O senhor que veio arranjar-nos o cofre (que estava marado) era um dos dançarinos no show da noite. O monitor do tiro com arco era o mesmo que estava a fazer uma performance na piscina ou à noite, no restaurante. O homem que fez de Freddy Mercury no espectáculo dedicado aos Queen estava, no dia seguinte, a dar uma aula de Step no jardim. O Martim até exclamou: «Olha, aquele foi o que morreu ontem!» Polivalência aqui é a palavra de ordem.
Enfim. Ficávamos aqui mais um mês. Como não podemos... já estivemos a ver outros Club Meds por esse mundo e, para o ano, se tudo correr bem, vamos apostar numa semana inteirinha num deles.
Au revoir!!!

Sábado, 15 de Junho de 2013

Clubes para os mais pequeninos (mas eu sou muito portuguesinha)

Hoje andei a espreitar o Petit Club e o Baby Club. Não sei se é deformação profissional ou se é mesmo só por ser abelhuda, mas gosto de meter o nariz em tudo. Estes clubinhos recebem crianças dos 4 meses aos 4 anos. Estava com muitos miúdos, quase todos franceses. Perguntei à responsável pelo espaço das crianças se era costume os portugueses deixarem os filhos ali para irem passar o dia de molho na piscina. Tal como previa, ela disse que não. «As mães portuguesas deixam as crianças uma hora, no máximo, para poderem ir ao SPA, por exemplo, ou jogar golfe ou ténis... mais do que isso não. É uma questão cultural. As outras mães deixam aqui os filhos uma boa parte do dia, sem qualquer peso na consciência. E fazem bem! Eles ficam lindamente aqui connosco. E assim os pais podem descansar.»
Estive a ver as instalações e, de facto, não duvido. Têm imensa luz, imenso espaço, duas monitoras por sala, tudo colorido e mais do que preparado para os pequeninos. Mas hoje descobri que sou... muito portuguesa. Era lá capaz de ir espojar-me ao sol enquanto depositava os miúdos na «creche»? Hummm... nada contra quem o faz. Mas a minha consciência não o permitira. Há coisas em que je suis três tuga...
Outra coisa bem diferente é quando eles começam a pedir para ficar nos clubinhos dos hotéis... Isso já me aconteceu e aí sim, é bem bom. Porque aí não somos nós a impingir, são eles a pedir para irem para a brincadeira. Já me aconteceu ter de lhes implorar que deixassem o clube e nos viesses fazer companhia.





Tabuleiros com cores. Para eles saberem, da roda de alimentos, o que têm de comer mais e menos.
Quem comer melhor ganha mais cartas.


Ainda assim, portuguesa como sou, gostei de saber que às quartas, sextas e sábados há Pijama Club. Das 19.30 à meia-noite os babies podem ficar no club para os pais poderem ramboiar um bocadinho. Isso já não me parece mal...
Também fiquei a saber que, não neste Club Med, mas noutros por esse mundo afora, há espaços para miúdos mais crescidos e até adolescentes. Isso já me parece MUITO BEM! :)

Desporto de hoje...

.... tiro com arco.




 
 Temos talentos no pedaço. Duas setas depois e os meus pequenos atiradores já acertavam no círculo do meio. Só assim naquela de dar uma lição ao monitor franciú. Mon cher ami, nous les portugais sommes très bons tireurs! Oh la la!

Sexta-feira, 14 de Junho de 2013

Club Med hiperactivo

Por aqui, em havendo energia há sempre onde a gastar. Ele é hidroginástica, ele é danças à beira da piscina, ele é tiro com arco, ele é mini-golfe, ténis, ioga... É caso para dizer: estes franceses são loucooooos! Também é possível não fazer nenhum (minha actividade predileta), mas a rapaziada pequena gosta sempre de se pôr a inventar.

Pessoal a fazer ioga. Demasiado parado para mim. Os miúdos também não alinharam
 
 


 O mini-golfe, com uma vista de cortar a respiração, atraiu a criançada.
 
Hummm... talvez seja melhor dedicares-te a outra coisa, pequena Mada.
Não me parece que leves grande jeito para isso.

Hidroginástica. Yeaaaah (eu fiquei em terra mas mexi os pezinhos)

Casava-me aqui...



Uma bela partida de ténis de final de tarde.
Martim Nadal em grande estilo
 
 
Amanhã já prometi que vamos fazer tiro com arco. E tenho a certeza que eles vão encontrar mais duas mil coisas que queiram fazer. O que me valeu foi a sesta providencial que fiz esta tarde. E há quantos anos não fazia eu uma sesta...


Passatempo PlayStation: o resultado!

E quem ganhou o passatempo PlayStation, com direito a um prémio fantástico foi...
...
...
...
A Elsa Sancho!
Parabéeeeeeeeeeeeeens!!!!!!

Uma grande noitada

Estar no Club Med é como estar no estrangeiro. Que eu tenha dado conta há, sem contar connosco, um casal português. Tudo o resto é maioritariamente francês (também há uns ingleses). Para aqueles portugueses que vão para o estrangeiro e ficam danados porque há portugueses por todo o lado e só ouvem falar a língua mãe, esta é uma excelente opção: ficam em Portugal, poupam umas coroas, têm um sol fantástico, um hotel do caraças, uma vista soberba sobre a praia (que está mesmo aqui por baixo), e não ouvem falar a língua em parte nenhuma. Mesmo os funcionários, quando se dirigem a nós, é sempre em francês. Depois, percebem que somos bicho tuga e lá falam na nossa língua. Também há muita gente loira, de olhos azuis, para quem aprecia o género. E muuuuuuuuuuuuuuuita família! De resto, o hotel está super preparado para as famílias, com imensas valências tipo baby club e sala de biberões e brinquedos na piscina e mais não sei quantas coisas que ainda vamos explorar.

O jantar impressionou-me, confesso. Imensos espaços distintos, imensos chefs, a prepararem imensos pratos. Havia comida para todos os gostos. E da boa (ai a dieta, senhores!)


 
 
Depois do jantar, espectáculo. Pensávamos que seria uma banhadazita e estivemos mesmo, mesmo para não entrar no (gigante) teatro. Ainda bem que fomos. Era um tributo aos Queen, com as principais músicas deles. No final, os miúdos foram para o palco e dançámos todos umas coreografias malucas que eles inventaram.
Seguiu-se.... a estreia dos miúdos numa discoteca. Tão fixe. Dançámos, dançámos, dançámos. Rimos muito com os passos do Martim. E dormimos que nem uns anjos, estafadinhos.
Espectáculo

Discoteca do hotel


Quinta-feira, 13 de Junho de 2013

Hoje: Algarve!

Com a nossa casa de Tavira arrendada e cheios de vontade de rumar ao Algarve (apetecia-nos mesmo aproveitar o sol e o fim-de-semana prolongado), decidimos vir na mesma. Marcámos, pela primeira vez, estadia no Club Med. Nunca tínhamos experimentado um Club Med e viemos para o Da Balaia (o único em Portugal). Para já estamos muito satisfeitos. A cena da pulseirinha e do tudo incluído é um sossego quando se tem crianças. «Quero uma coca-cola!», «Vai pedir!», «Tenho fome!», «Vai comer!» Acostumava-me a isto...
 
Ali em baixo fica a praia Maria Luísa. Esta parte do Club tem música clássica a tocar...
Uma paz.
 
Irmãos a jogar pingue-pongue (há imensos desportos para fazer)


Um avião cheio de cocktails... Está certo: uma pessoa bebe-os e sobe às nuvens...

Às 19h, a piscina estava por nossa conta.

 
Aperitivos servidos no bar da piscina. A malta toda aperaltada e nós com saídas de praia e calções ensopados

Santooooooooooos!

Ontem foi assim. Sardinhas, sangria, febras, chouriço assado, música pimba (of course!), amigos.
Éramos 17 à mesa. Uma looooonga mesa.