segunda-feira, 4 de maio de 2015

Adeus Clix

Obrigada por tudo, que eu não esqueço.
Tudo tem um fim (só a salsicha tem dois, lá dizem os alemães) e, por isso, me despeço com amizade deste endereço onde fui muito feliz.
Este blogue, aqui nesta plataforma, termina hoje.
A minha nova morada é coconafralda.sapo.pt
Apareçam, que são muito bem-vindos!


Obrigada, Line and Linen!





Coisas tão queridas.
Mais AQUI.

Dia da Mãe

Obrigada à minha mãe, por ter feito de mim o que sou.
Nunca me esqueço disso.
Obrigada aos meus filhos, por me terem completado e por serem o melhor de mim.


Fim-de-semana desportivo

Na sexta acordámos cedo porque estávamos inscritos na Corrida do 1º de Maio. Estava sem vontade nenhuma, praguejei que me fartei porque só queria era dormir, mas fui. E ainda bem. Foram 15 km a um ritmo fantástico, a ouvir a senhora do Nike + sempre a dizer 5.30, 5.40, e pensei que fosse fazer os 15km todos a esse ritmo mas, eis senão quando se me depara a Avenida Almirante Reis em todo o seu esplendor. Sacana de avenida mais comprida! E se de carro parece uma subida ligeira, a correr a coisa ganha todo um outro significado. Ainda assim acabámos em 1h32m, para mim um novo recorde

A seguir fomos almoçar a casa de uns amigos, para dar força ao nosso Homem de Ferro (que no dia seguinte ia fazer uma prova de triatlo duríssima: 1900 m a nadar, 90 km de bicicleta e 21 km a correr). Dali, voámos para o Jardim Zoológico de Lisboa, onde tínhamos uma sessão fotográfica.


No sábado, acordei às 7.30 para ir ver o grande homem de ferro a começar a prova. Vi-o dar duas voltas a nadar (1900 metros), vi-o a passar para a bicicleta, depois fui a casa tomar o pequeno-almoço e ajudar a despachar a rapaziada, e depois fomos vê-lo a chegar. Ele tinha previsto terminar em 6h30, o mister (o enorme Pedro Almeida, do Treino em Casa) tinha estimado que terminasse em 6 horas, mas ele conseguiu acabar em 5 horas e 24 min. Respect!

Ontem voltámos à estrada para mais 10 km, desta vez uma corrida em nome da manutenção do fantástico Hospital Dona Estefânia. O Ricardo ia apostado em obrigar-me a bater o meu recorde. E assim fomos, muito mais depressa do que me é habitual. Se ele não tivesse puxado por mim não teria obrigado o corpo àquele ritmo, que me fazia sentir levemente tonta e muito arfante. A certa altura pensei que não era boa ideia falecer no Dia da Mãe e estive mesmo para abrandar, mas depois continuei depressa (para o que me é costume), nem sei bem como. Acabámos em 56 minutos e soube muuuuito bem essa superação.
O nosso amigo Manel está aqui na foto mas não foi a passo de caracol - acabou a coisa em 39 minutos, só assim para nos pôr no lugar e mostrar quem é o boss.
Seguimos para o almoço do Dia da Mãe, com as nossas mães e os nossos filhos, e houve muitas lágrimas, porque um dos meus filhos me escreveu a carta mais bonita que já alguma vez me escreveram e que já reli centenas de vezes. Os meus presentes do Dia da Mãe foram absolutamente maravilhosos. Sou uma sortuda.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Quem sabe sabe, by Zippy

E eis que estreia hoje o "Quem Sabe, Sabe", by Zippy. Uma ideia idealizada e concretizada por mim, com o apoio inestimável da Zippy!
Todos os meses vamos ter um vídeo com crianças a falarem sobre um tema. E tanto que elas têm para dizer!
Desta vez, o tema foi o Dia da Mãe. Um belíssimo assunto para estrear esta rubrica.
Eu e a Zippy agradecemos ao Martim, à Bárbara e ao Vasco pela deliciosa participação neste vídeo. Adorei entrevistá-los!
Podem ver o vídeo aqui em baixo ou AQUI.



PIC Billy

Lembram-se da mala do Sport Billy? Alguns não se lembrarão, que não têm idade para isso.
Bom, o Sport Billy era um boneco de animação que tinha uma mala onde cabia basicamente TUDO!

Pois bem, recebi uma mala parecida, da PIC.
Lá dentro?
Praticamente tudo o que há para lesões (e não só): pensos, spray gelado (como o dos futebolistas), adesivos, saco de água quente, saco de água gelada, pachos para a terapia do calor, almofada que dá para aplicar quente ou fria, um medidor de tensão arterial (medooooo - cheira-me que vou andar sempre a medir), termómetro... enfim! Estou servida! Espero não vir a precisar de nada mas, da maneira que ando a correr, pode bem vir a ser muito útil, este saquinho do PIC Billy!



Curso da Prevenção Rodoviária, módulo velocidade #3

Foi na passada terça-feira e voltou a ter alguns momentos interessantes.
Um dos primeiros exercícios foi dizermos, numa palavra ou numa frase, a nossa maior qualidade enquanto condutores e o pior defeito. As palavras que mais surgiram foram "condução defensiva", na parte da qualidade, e "impaciência" e "velocidade" na parte do defeito.
Depois, a formadora (que é psicóloga) entregou-nos balões vazios e sugeriu que os enchêssemos. "Ganha o que tiver o balão maior". Soprámos, houve um que rebentou, outros ficaram grandes, alguns enormes, outros mais pequenos. A pergunta que se seguiu foi: "quando é que decidiram parar?" e a intenção foi a de introduzir a noção de risco.
Falámos, então, disso mesmo: de risco. E foi engraçado porque as palavras que surgiram tiveram, na sua maioria, conotação negativa quando, de facto, todos sabemos que por vezes arriscar é profundamente positivo. De resto, já diz o povo: Quem não arrisca, não petisca.
Mas as palavras que foram ditas, provavelmente por estarmos a falar da PRP, foram:
velocidade, desatenção, excesso, acidente, medo, desrespeito, perda, perigo, morte, infracção, regras, abismo, loucura. A única apesar de tudo mais positiva fui eu que a disse: "adrenalina".
Depois de ficarmos a saber as diferenças entre as contra-ordenações graves e muito graves, depois de ficarmos a saber as equivalências de um acidente a 50km/h (= a cair de um 3º andar), a 75km/h (= cair de um 7º andar) e a 100km/h (cair de um 13º andar), fizemos um último exercício:
Foi-nos dado um labirinto, do qual tínhamos de conseguir sair. Se nos enganássemos, não podíamos levantar a caneta, era preciso recuar até ao início, com a caneta no papel, e seguir uma direcção diferente. Ao mesmo tempo, a formadora contava-nos uma história, da qual teríamos de reter a máxima informação possível. Era uma coisa tremendamente descritiva, um casamento entre fulano e sicrana, numa igreja em Sintra, terra da avó do noivo, o copo de água não sei onde, e a lua de mel e o diabo a sete. Às tantas já só ouvia "blablabla whiskas saquetas" e não consegui nem acabar a porra do labirinto nem reproduzir quase nada da história. Lição a reter? Podemos achar que fazemos muita coisa ao mesmo tempo, mas a nossa concentração não é, de facto, a mesma. E conduzir é uma tarefa complexa, que requer toda a nossa atenção.

Nota-se muito que estou a gostar?
Hoje é o último dia.
Talvez se tenha perdido uma acelera.
Espero honestamente que sim.

Boas parcerias

A Helen Doron e a Science4You fecharam uma parceria que faz todo o sentido. A partir de agora, os alunos da escola de inglês terão um desconto de 20% em compras online na Science4You. Por sua vez, quem comprar na Science 4 You terá acesso a um desconto de 20% na inscrição em qualquer centro (e curso) Helen Doron.
Parceria apressadíssima! Eu, enquanto cliente de ambas, agradeço!




Mitosyl?


Sim, continuo fã.
Este bálsamo para os dentes alivia-o mesmo quando está a ensandecer.
Obrigada, Mitosyl!

Para a semana...

... mudo de poiso. Vou passar a estar aqui: coconafralda.sapo.pt
Este é um namoro antigo, com alguns anos, mas eu sou pessoa de relações longas, estáveis, seguras. Tenho uma forte noção de gratidão, de lealdade, de compromisso. Mas há momentos em que parar é morrer. É preciso ir à procura de outras soluções, de fazer novas apostas. Há momentos em que temos de aceitar o namoro. E eu disse que sim ao Sapo. Espero que, tal como na história, ele se revele um belo de um príncipe.