quarta-feira, 23 de Julho de 2014

Os meus pés estão contentes



Estas são as minhas novas amigas e - juro-vos - vão salvar-me os pés este verão. Estas sandálias lindas são também tão confortáveis como pantufas e têm ainda a vantagem de ser baixinhas e arejadas, tudo o que as minhas patas de Fiona (para os leigos, é a mulher do Shrek; para os ainda mais leigos, falamos de ogres) precisam para suportarem as altas temperaturas de Agosto (espera-se) e o peso de um barrigão.
A autora destas maravilhas é a Ana, que criou uma marca de sapatos bonitos e confortáveis. Estive muito indecisa na escolha (também amo os Antonieta Real), mas depois achei que era melhor optar por estes rasinhos. O azul é perfeito.
Os meus parabéns à Ana, que mudou de vida e - pelos vistos - fez muito bem.

Charters de chineses

Ainda há dias falava aqui da febre dos chineses no imobiliário aqui da zona oriental de Lisboa. De repente, aqui no Parque das Nações, só se ouvem histórias de compras milionárias de chineses, de vizinhos que fizeram os negócios das suas vidas vendendo as suas casas a… chineses, e que os chineses isto e os chineses aquilo, e há cada vez mais placas nas janelas a dizer "vende-se", e sim, já se vêem famílias de chineses um pouco por todo o lado. Mas o que eu não esperava era ir na rua e ver um anúncio de uma imobiliária completamente em chinês. Não percebo uma única palavra, a não ser o nome da imobiliária, e isso inquieta-me um pouco. Estar no meu país, ver um mupi na rua e ficar a olhar para ele como boi para palácio era algo com que não contava.































Ou seja: isto não é brincadeira nem conversa de rua. Eles andam mesmo aí que nem doidos, e vai na volta e ando a perder uma negociata valente, ao não ponderar vender o meu lar doce lar.
Hoje, estava no café, vi um prospecto de outra imobiliária e… tau! Caracteres chineses! Felizmente ainda escreveram as características das casas em português mas a respectiva tradução está lá.

Posto isto, ponho-me a pensar que se calhar devia pôr os miúdos a estudar mandarim. Tenho para mim que o futuro é bem capaz de passar por aí. Bom, quanto mais não seja para se darem com a vizinhança...

Mada, a bela adormecida

Já aqui o disse: a Madalena é, dos meus três filhos, a que mais gosta (e precisa) de dormir. Se a deixarem, dorme até ao meio dia, todos os dias. Basta metê-la no carro e ela, com os balanços, ferra-se que é uma beleza. Posto isto, este ano foi-lhe penoso pela falta da sesta. Adormeceu muitas vezes às seis da tarde e só acordou no dia seguinte e, de manhã, foi muitas vezes a dormir que nem uma pedra para a escola.
Este período de férias está a ser particularmente feliz para a pequena Mada que, chega a casa e diz, com ar triunfante:
- Hoje fui dormir para os 3 anos!
Eu até podia achar estranho, porque sei como geralmente as crianças odeiam equiparar-se aos mais pequenos, mas conhecendo-a como conheço percebo perfeitamente a sua alegria.
- E vais sozinha ou vai mais algum amigo da tua sala?
- Vou sozinha!
- E não te importas?
- Não! Vou porque quero. Tenho sono e assim durmo uma bela sesta!

Acho que esta safa-se. Sabe o que quer e não está cá com pruridos. Se a felicidade está junto dos mais novos… seja!



terça-feira, 22 de Julho de 2014

Fechados para a construção de um ser humano

Nunca a tarefa de fabricar um ser humano me pareceu tão cansativa. A sério. Felizmente que não estou a trabalhar numa empresa, com horário fixo, caso contrário provavelmente já teria sido despedida. Adormeço sem querer, arrasto os pés como se já estivesse de 40 semanas e o termómetro marcasse 40ºC, não tenho paciência para nada, só penso em estar deitada, os meus filhos parecem-me muito mais que três, alucino só de pensar em fazer refeições, estremeço só de pensar em fazer o que quer que seja. Mas afinal o que é isto??? Ainda há 5 anos, quando estava grávida da Madalena, era ver-me pelo país afora, em reportagem, enérgica como um daqueles coelhinhos imparáveis da Duracel, e agora quem sou eu? Uma amiba, meus caros. Uma verdadeira amiba. De tal maneira que - como boa hipocondríaca - já imagino que talvez haja alguma coisa errada comigo (claroooo!). Afinal, gravidez não é doença e sempre trabalhei que nem uma desenfreada até ao momento de saída do inquilino. E daqui já saíram três inquilinos (sou uma senhoria com experiência). E o que é certo é que não me reconheço nesta inércia, neste torpor, nesta indiferença, neste sono permanente. Estarei avariada? Ou será mesmo só da idade? 

Mateus

O Mateus fez 1 ano e nós fomos à festa. Foi um piquenique no jardim do Príncipe Real e estava tudo lindo. As mantas e as almofadas no chão, o cesto a parecer um balão de ar quente, as decorações nas árvores… um mimo. Ja para não falar no lanchinho propriamente dito, que era tão amoroso que até custava comer. A Madalena fez bolas de sabão gigantes e pintou os dedos em forma de coelhinho. A seguir tínhamos outra festa mas aqui a grávida já não estava capaz de mais aventuras. Um simples piquenique é coisa para arrasar comigo.



O Mateus esteve sempre na maior, super bem disposto, sempre a rir. Um doce.


segunda-feira, 21 de Julho de 2014

Digam o que disserem, um homem também passa o seu bocado com a gravidez

No meio de um ataque das hormonas assassinas, em prantos:
- …. blablablabla… e vou deixar de ser jornalista de vez, acabou-se, vou-me dedicar a outra porcaria qualquer... [buáaaaaaaaaaaa]
Ricardo: - Pronto! Se é isso que queres estou contigo!
- Vou ser só blogger [buáaaaaaa], escrever as minhas parvoíces, e acabou-se! [buáaaaaaaaaa]
- Ok. E eu vou ler-te sempre!
- Ou então, ou então, ou então…. vou fazer bolos! [buáaaaaaaaaa]
- E eu como-os. Não chores. Seremos a dupla perfeita.

Mortinhos

Quando os fomos buscar ao campo, estavam mortos. Tão cansados que, ainda no carro, e depois de contarem tudo com grande entusiasmo, adormeceram. E mesmo depois de saírem do carro, continuaram a dormir… Isto da tropa sai do pelo, ah pois sai! :)





Campo de férias: para o ano há mais!

No sábado fomos buscar os miúdos ao campo de férias e ficámos ainda mais encantados. Eles estavam super felizes, adoraram a experiência, tivemos uma conversa muito interessante com o director do campo e ficámos a saber que, em breve, vão criar uma coisa chamada Academia de Sobrevivência, que funcionará o ano inteiro e que lhes vai dar ferramentas para serem melhores pessoas, mais desenrascadas, mais aventureiras, mais solidárias. Estamos seriamente a pensar inscrevê-los, agora só falta saber como vamos conseguir conciliar as coisas com o futebol (porque terão de estar na Academia fim-de-semana sim, fim-de-semana não e o Manel tem jogos TODOS os fins-de-semana).
De qualquer maneira, foi giro ver alguns dos espaços de que eles nos falaram ao telefone e perceber que o vídeo de apresentação que nos levou a inscrevê-los no campo não era, de todo, um bluff só para vender. Pelo contrário: não só correspondeu como até superou as expectativas.

Ainda mais difícil: arborismo com mangueirada






























Os meninos à volta da fogueira (esta foi a tal fogueira que demorou 1 hora e meia a nascer…)


Uma noite em claro, 4 macacos fechados numa tenda pequena demais, onde chovia o próprio vapor da própria respiração.


Este rapel não é para meninos… A ponte é altaaaaaaaaaaa….





Lavar a roupa e os ténis no tanque! Olaré!

Caminhada num rio de lama e lodo e sanguessugas. Hummm…

Também há momentos de puro relax!
Quem se porta mal… enche!
Discoteca




sexta-feira, 18 de Julho de 2014

Aventuras num campo de férias

Ontem e hoje foram dias cheios para os meus rapazolas. Ontem foram acampar no meio da serra. Enquanto esperavam pela carrinha com as tendas, tentaram fazer uma fogueira sem recurso a isqueiros mas a coisa não correu bem, prova de que os nossos antepassados tiveram de ser mesmo engenhosos para o conseguir. Eles bem que esfregaram pauzinhos e mais não sei o quê mas, uma hora e meia depois, lá tiveram de recorrer ao isqueiro para se poderem aquecer. Quando chegaram as tendas, cada grupo escolheu uma. Parece que a tenda escolhida pelos meus Ms e os dois amigos não terá sido a melhor. "Era tão pequena que nem sei como coubemos todos! Depois, quando a fechámos para dormir, começou a chover lá dentro. Repara, mãe, que não estava a chover fora da tenda… chovia era dentro! Era o vapor da nossa respiração! Uma beleza. Não dormimos nada! Estou com uma directa em cima"
Hoje, quando acordaram, meteram os pés a caminho e lá foram para uma ponte altíssima, de onde desceram em rapel. O Manel diz que aquilo metia um medo de fugir mas que depois de se começar até era fácil. Cá em baixo, esperava-os um rio, pelo qual caminharam durante muito tempo, com água até à cintura, muita lama, lodo, ervas e… sanguessugas. "Estás a gozar… sanguessugas???", "Estou a falar a sério! Sanguessugas! Tirei umas três das pernas e os outros também!"
Chegaram ao campo há pouco, exaustos, e tiveram de ir lavar roupa… no tanque!

Aaaaaaaaaaah, como eu adoro as descrições deles e ouvir o entusiasmo nas suas vozes!
Amanhã… acabou-se a recruta! Vamos buscá-los. 

Eu acho que está descoberto o tipo com mais sorte do planeta

Chama-se Maarten de Jonge, é um ciclista holandês, e escapou aos dois desastres aéreos da Malaysia Airlines, o primeiro em Março e agora este. Da primeira vez o ciclista trocou de voo à última hora, por um que não fazia escalas, desta feita trocou por um voo 300 euros mais barato. "Tentar economizar salvou a minha vida", disse ele. Eu cá acho que, no lugar dele, me metia num templo a rezar dia e noite. E, como sabem, não sou pessoa de rezar.
A história deste incrível fintador de destino AQUI.


Boas notícias

Esta notícia não é só para as mamãs mas foi nelas (em mim?) que fiquei a pensar quando dei com ela: a Well’s  acaba de anunciar o lançamento da sua nova loja online
Melhores notícias ainda: comprar nesta loja online dá acesso a toda a gama Well’s, a gamas exclusivas online, e ainda... com a OFERTA ADICIONAL E PERMANENTE de 10% de desconto em cartão Continente!
Ou seja: todas as mães (não só mas também) podem comprar todos os artigos para as suas adoráveis crias com 10% de desconto em cartão, sem saírem de casa (Para além de todos estes benefícios, a nova loja Well’s online possibilita ainda entregas em todo o país")! Leites, papas e boiões, biberões e chuchas, produtos de higiene e tudo o que por lá houver (e há muita coisa!).

Não sei o que vos parece mas eu cá faço like nesta novidade.

Olha, baby M, a tia Inês foi ao Porto e comprou lã para te fazer uma mantinha.
É uma santa tia (que até tem uma auréola por cima da cabeça)!
Baby M vai ficar um doce embrulhado numa manta tão gira e colorida. 

Das segundas oportunidades

Esta mulher, o marido e o bebé iam embarcar no avião da Malaysia Airlines que ontem se despenhou mas foram colocados, à última hora, num outro voo.
Já me aconteceu isto duas vezes (estar prestes a embarcar e sugerirem-me outro voo) e de ambas fiquei numa angústia. Impossível não ficar a pensar na escolha: qual deles irá cair? Aquele em que era para ir ou o novo, para onde me mandam agora?
Felizmente, quando me tocou a mim esta possibilidade de escolha, nunca nenhum caiu. Mas este casal passou por isto: não entrou no avião que, horas depois, se desfazia sem deixar sobreviventes. Arrepiante.


Horrível...

… o que aconteceu ao avião da Malaysia Airlines. Horrível.
Horrível também a primeira página do Correio da Manhã de hoje.
As palavras decoro, decência, dignidade, humanidade parecem andar esquecidas nos dias de hoje. Prantar corpos mortos no meio de destroços é bater no fundo e descobrir que havia ainda mais fundo para onde escorregar.
Como dizia o outro: não havia necessidade.


Mojito vai dormir ao hotel

(Este título parece um dos títulos da colecção da Anita)

Hoje à hora do almoço vamos levar o Mojito ao hotel porque, mais logo, vamos até ao Algarve levar o sofá que comprámos para a nossa casinha e só regressamos amanhã (e, como não temos quem o passeie hoje à noite, receámos regressar e ter dejectos até ao tecto). Estou curiosa de ver como é que o bicho vai reagir quando chegar. Se fica contente, se começa a travar com as patas. Até porque já faltou mais para lá ficar durante 3 semanas. 

Jantar com amigos

Na hora de marcar mesa, e uma vez que os convivas (sobretudo um deles) é muito boa boca, aprecia a boa gastronomia portuguesa e ainda não conhecia este restaurante, optámos pelo Honra. Fomos recebidos pelo eficientíssimo e amoroso Edu e acho que os nossos amigos ficaram fãs. Optámos por um mix de entradinhas daquelas irresistíveis, tipo ovos mexidos com farinheira (amoooo), camarões à "La Guilho", peixinhos da horta, misto de enchidos e pastéis de bacalhau (o difícil é mesmo escolher). Depois, ainda pedimos camarões tigre grelhados e polvo panado com arroz de feijão (perfeito!). Ficámos tão satisfeitos que nem conseguimos pedir sobremesa. Só o Ricardo, que mesmo muito satisfeito nunca recusa uma mousse de chocolate, não resistiu. Beberam-se duas garrafas de vinho (sendo que eu só provei), de modo que já se pode perceber como foi animado. A conversa passou também (claro) pela indecisão do nome do baby M e deu direito a muitas gargalhadas (dá sempre, é um tema inesgotável, pobre baby M).

Ricardo e Ana, em pleno processo de escolha 


quinta-feira, 17 de Julho de 2014

Trocas de Amor

O Trocas de Amor é uma comunidade online que serve para pôr em contacto quem precisa e quem tem para ajudar. Basicamente, é uma plataforma de trocas directas entre cidadãos, que tem coleccionado histórias absolutamente comoventes. Ali fazem-se centenas de trocas todos os dias mas é preciso patrocinadores (marcas que estejam dispostas a doar os seus produtos) para se conseguir chegar a muitas mais famílias necessitadas.
Podem ir AQUI e AQUI para saberem tudo. Para se inscreverem. Para ajudarem, se puderem.
Eu fico-vos muito grata.


Convite para escrever… à borla

Adoro quando recebo convites para escrever em jornais ou revistas e, quando pergunto quanto pagam, recebo a resposta:
- Ah… não temos budget para pagar… A ideia era escrever em troca da divulgação do seu blogue.

Hein? Cumé? Oi?
Já me aconteceu muitas vezes e acaba de voltar a acontecer. Uma vez até me convidaram para ter uma rubrica semanal num programa de televisão e nem as deslocações me pagavam. Tudo em troca da projecção do blogue.
Ora, o Cocó tem aproximadamente 30 mil visitas por dia, durante a semana. Mas ainda que tivesse mil e eu possuísse uma sede louca de fama e glória, não escreveria para uma revista ou jornal em troca da sua divulgação. Lamento. Sou jornalista e, se querem que escreva, têm de pagar. Mas pagar com dinheiro, que eu não vivo do ar nem de visitas ao blogue, por muito que as visitas me honrem - e honram.
Confesso que tenho raiva de quem o faz, porque quem o faz vai lixando, devagarinho, a vida a todos os que recusam esta obscenidade de trabalhar de borla. Buscam a fama? Enfiem-se na Casa dos Segredos, mostrem as maminhas e verão que a coisa é muito mais rápida e eficaz. E pelo caminho sempre escusam de tramar todos aqueles que vivem de escrever.

Mas muito melhor do que eu para falar desta pouca vergonha, só mesmo o grande MEC. AQUI.


Anda… Atira lá outra vez!!!


Tem sido uma paródia. Atiro-lhe a bola para longe e ele corre que se desunha. Cansa-se. Estafa-se. Três vezes ao dia, pelo menos, brincamos até ele se deitar de língua de fora a implorar por tréguas. Quando chega a casa está demasiado cansado para tropelias. Dorme. E até a bexiga aguenta mais tempo, que enquanto dorme não se lembra cá de aflições. 
Isto vai lá. Dá trabalho, já chorei muito, acordo todos os dias às 6.45 para o primeiro de muuuuuuitos passeios. Mas acho que também aqui passo um exemplo muito importante aos meus filhos: nada se faz sem esforço. Às vezes, um esforço que parece não ser compensado por qualquer alegria. É preciso tempo. Paciência. Trabalho. Persistência. Até algum sofrimento (em alguns dias muito sofrimento, juro). Mas as coisas acabam por começar a mudar. Devagarinho. Com retrocessos. Com aprendizagens, quando nos dispomos a aprender. 
Algumas pessoas, até muito próximas, vendo o meu desespero, sugeriram que desistisse. Que entregasse os pontos. Que desse o cão a alguém. Nunca o faria até esgotar todas as possibilidades. Porque isso seria o mesmo que dizer aos meus filhos: "Quando algo nos dá muita chatice, muito trabalho e sofrimento, o melhor é desistir." E isso é o contrário daquilo que lhes quero incutir.

Os meus rapazes

Já não falava com eles desde as 9h da manhã de ontem. Ligaram há pouco, com os últimos relatos. Ontem fizeram então tiro com arco, jogos na piscina e foram largados na serra, em dois grupos, com um mapa, uma bússola e um rádio para comunicarem com os monitores, que ficaram no campo. A ideia era fazerem um um jogo de orientação, em que tinham de descobrir números e códigos, que os levariam de regresso ao campo. O grupo do Martim chegou, o grupo do Manel ficou perdido na serra e teve de ser "resgatado" por motos 4. Tudo sem nervos porque estiveram sempre a ser acompanhados pelos monitores, via rádio. Ambos adoraram a experiência. À noite foram para a discoteca.
Hoje é a grande noite, em que vão construir um abrigo em plena serra, onde vão pernoitar nos seus sacos-cama. Estão numa excitação sem tamanho. E até nós! Que maravilha.

Cinta de gravidez

Hoje, uma amiga magrinha com quem vou jantar mais logo (a mais magrinha das minhas amigas), mandou-me a seguinte mensagem:
"Tens/precisas/queres uma cinta de segurar a barriga e os rins? É só uma faixa. Encontrei ontem e espero não precisar mais…"

Respondi:
"Mas é tamanho único???? É que uma faixa tua deve dar para me segurar um pulso!!!"

Ela diz que sim, é tamanho único. Ainda bem. Já me estava a imaginar a andar com a faixa de gravidez no pulso, qual tenista inusitada.


Quero muito fazer estes "antes" e "depois"

Já tinha aqui apresentado algumas fotos deste tipo, mas sempre que vejo novas fico rendida. Adoro as repetições de poses de fotografias antigas muitos anos depois. Com os mesmos intervenientes, no mesmo cenário (ou muito parecido) e de preferência com roupas muito semelhantes. Fica demais.











A indignação de que falava há dias saiu hoje no Público

O Parque das Nações sempre foi bonito e cuidado enquanto esteve a cargo da Parque Expo.
A partir do momento em que passou para a câmara tem vindo a morrer aos poucos. E eu, que ando distraída com o meu umbigo (mesmo), só me dei conta há uma semana. Hoje o Público conta esta triste história.
Foto de Enric Vives-Rubio

Barrigão



quarta-feira, 16 de Julho de 2014

Casas onde a cocó não se importava de morar #55

Tem apenas um quarto. É um loft com mezzanine e 250 metros quadrados, em Santos. Não dava para a malta cá de casa mas que é lindo é.