quinta-feira, 26 de março de 2015

Mais logo, para desanuviar





Horror

A intencionalidade de atirar um avião ao chão com 150 pessoas a bordo é algo que me ultrapassa e que me esmaga. A sério. Estou esmagada.

A Infância não se repete

É apresentada este sábado a campanha "A Infância não se repete", que pretende sensibilizar e prevenir os maus-tratos na infância, centrando-se na negligência parental e sugerindo maior presença dos pais na vida dos filhos.
A campanha da associação Caminhos da Infância vai estar em cartazes, na rua, alertando para os efeitos dos maus-tratos na infância, e consiste também uma exposição de fotografias de pais e filhos, da autoria do talentoso e querido Pau Storch. Eu e pequeno Mateus fazemos parte dela, com muito gosto.
Mal saiba onde podem ver a maravilhosa exposição do Pau Storch aviso.

Campanha AQUI.
Pau Storch AQUI.





Hã????

Já agora, que tal aparecer outro advogado que pretenda legalizar a morte de homofóbicos-grunhos-que-não-merecem-o-ar-que-respiram?
A sério. Em apanhando este energúmeno pela frente temia não responder por mim.

A notícia AQUI.

Um blogue é um blogue

Recebo pazadas de emails em que me perguntam como é que eu consigo fazer tanta coisa, sobretudo com 4 filhos, sobretudo com um bebé tão pequeno, sempre feliz e airosa, como diabos consigo, devo ser mesmo especial de corrida.
Sou nada.
A verdade é que isto é um blogue e nos blogues a gente mostra só o que quer. Não venho cá nos momentos em que estou capaz de pegar numa cadeira e desatar a partir tudo à cadeirada, não relato os instantes em que, em vez de responder a uma pergunta de um dos meus filhos, lhe mando dois gritos impacientes COME MAS É A SOPA E ACABA LÁ COM TANTA PERGUNTA, RAÇA DO MIÚDO, CANECO!, não descrevo os dias em que estou inaturável, com 7 pedras na mão prontinhas a atirar a quem me dirija a palavra, ainda que a palavra seja um simpático "bom dia", não pranto fotografias da minha tromba olheirenta depois de mais uma noite em claro.

Um blogue é como um álbum de fotografias: raras vezes temos aquela foto daquele dia de merda em que tudo correu mal, verdade? Ainda assim, às vezes queixo-me e logo recebo comentários azedos do tipo: "mas tu queixas-te de quê se tens uma boa vida e uma família saudável, ó nojenta?"

Por isso, meus filhos, apaziguem-se com as vossas existências. Eu faço mil coisas, é verdade. Mas não estou sempre alegre e airosa. Ainda ontem cheguei com uma hora de atraso a um  evento (um dos raríssimo a que aceitei ir), e fiquei aterrorizada quando o fotógrafo de uma revista me pediu que sorrisse para a foto. Não ia vestida para isso, não sei se não tinha um bolsado no ombro, não me penteei, não estava maquilhada e suponho que vá suspirar tristemente se por acaso aquela fotografia figurar brevemente nas páginas de uma revista próxima de si.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Mada no seu melhor

- Mãe, compra-me carteirinhas de Invizimals…
- Nem penses. Estás sempre a pedinchar isto e aquilo. Tens imensas cartas de Invizimals a que não ligas nenhuma. Não vou comprar nada.
- Por favor, por favor, por favoooooooooooooor!
- Não. Não tenho dinheiro.
- Não tens? Mas eu tenho!
- O que tu tens não chega.
- Ai não? Então fazemos assim: chegamos à loja, eu levo o porquinho, abro e explico à senhora: "olhe, está aqui tudo o que tenho. Não chega para as carteirinhas que eu quero mas já não é mau… é melhor do que nada!" E a senhora aceita.
- Aceita? Achas que ela vai vender-te carteirinhas por menos dinheiro do que elas custam?
- Claro que sim! Ela vai ver que eu não tenho mais, porque levo o porquinho mealheiro. E vai compreender. Eu sou só uma criança!

Brilhante

Esta campanha da Terre des Femmes, uma organização suíça de direitos humanos.




A alucinar

Ser chucha é um trabalho muito difícil.
Sobretudo durante a noite.


Era só isto que tinha para vos dizer.


Curso para emagrecer o pé

Alguns acertaram, sim.
É um curso da Prevenção Rodoviária Portuguesa, módulo velocidade.
Aqui a acelera vai ver se aprende a não ter o pé tão pesado.
Ou era isto, ou era ficar sem carta.
Optei por isto.
Ai, senhores… 

terça-feira, 24 de março de 2015

Vou fazer um curso

Mas não vou ganhar diploma.
Nem título especial.
Nem vai servir para engordar o meu currículo.
Nem me vai permitir ganhar mais dinheiro, a seguir.
São 12 horas de curso.
Seis horas numa semana.
Seis horas noutra semana.
Três horas às terças e quintas, à noite.
E não é voluntário. É um curso à força.
Tipo: ou fazes ou fazes.

Alguém adivinha de que curso se trata? :)