José Eduardo Rebelo perdeu, há cerca de 20 anos, a mulher grávida e as duas filhas num acidente rodoviário. Ele perdeu muito, de uma só vez. Mas renasceu das cinzas: RTP - NÓS, VENCEDORES
De facto quando achamos que uma nuvem preta paira somente acima da nossa cabeça, devemos olhar para estes exemplos, e tentar ser feliz... tentar seguir em frente da melhor forma possivel pk há sempre quem esteja pior do k nós...
São situações muito complicadas de gerir. A perda de alguém muito querido só por si é dura, mas quando a perda acontece com pessoas assim tão novas que tinham tanto para viver, torna-se ainda mais dura e muitas vezes incompreensível. Há quase 4 anos perdi na minha família 2 pessoas, uma que ía fazer parte da família, casando-se com uma prima minha, e a outra, o marido de outra prima com 50 anos, que não sendo familiar directo, era quase um segundo pai para mim. E ainda hoje quando estamos em família é como se ele estivesse sempre ali, não fisicamente, mas de outra forma que não sabemos explicar. Eu chamo o nome dele muitas vezes ao filho, meu primo em segundo grau. A questão 'Porquê ele?' está sempre na minha cabeça, porque depois há outras pessoas na família mais velhas e doentes, em sofrimento que continuam vivas sem entendermos bem porquê! Obrigada Sónia. Beijos
Esse senhor é (ou foi, não sei se ainda estará em funções) professor na Universidade de Aveiro e já assisti a algumas palestras dele sobre o luto, incluindo o lançamento do livro que escreveu. É um lutador!
7 comentários:
De facto quando achamos que uma nuvem preta paira somente acima da nossa cabeça, devemos olhar para estes exemplos, e tentar ser feliz... tentar seguir em frente da melhor forma possivel pk há sempre quem esteja pior do k nós...
Marta
São situações muito complicadas de gerir.
A perda de alguém muito querido só por si é dura, mas quando a perda acontece com pessoas assim tão novas que tinham tanto para viver, torna-se ainda mais dura e muitas vezes incompreensível.
Há quase 4 anos perdi na minha família 2 pessoas, uma que ía fazer parte da família, casando-se com uma prima minha, e a outra, o marido de outra prima com 50 anos, que não sendo familiar directo, era quase um segundo pai para mim. E ainda hoje quando estamos em família é como se ele estivesse sempre ali, não fisicamente, mas de outra forma que não sabemos explicar. Eu chamo o nome dele muitas vezes ao filho, meu primo em segundo grau. A questão 'Porquê ele?' está sempre na minha cabeça, porque depois há outras pessoas na família mais velhas e doentes, em sofrimento que continuam vivas sem entendermos bem porquê!
Obrigada Sónia.
Beijos
Que horror :( Fogo..
Esse senhor é (ou foi, não sei se ainda estará em funções) professor na Universidade de Aveiro e já assisti a algumas palestras dele sobre o luto, incluindo o lançamento do livro que escreveu.
É um lutador!
só de ler as micro descrições fiquei com um nó na garganta.
O professor Rebelo foi meu professor na Univ. de Aveiro. É um lutador, e nem sempre compreendido pelo seu carácter caricato. Um abraço para ele.
Não consigo. Imaginar para mim é já um murro na boca, um soco no estômago.
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