Um realismo de arrepiar. As imagens dos corpos debaixo de água, em total descontrolo, são impressionantes. O Paraíso transformado em Inferno. Brutal, só vos digo. E o pior é que não é ficção. Aconteceu realmente. Morreram mais de 200 mil pessoas no sismo e tsunami de 2004. Este filme dá uma ideia bem real do que há-de ter sido aquilo.
27 comentários:
Vi o filme e chorei várias vezes. Está lindissimo e mesmo muito realista.
Já há mt tempo que não me impressionava tanto com um filme. Não basta o facto de ser uma historia veridica como todo o realismo capatado e escusado será dizer que vieram as lagrimas oas olhos por diversas vrzes. Adorei!!!
Ãinda não vi o filme, mas quero muito vê-lo. Talvez no próximo fim de semana...
Quero muito ver!
Estou ansiosaaaa para o ver!!!!!
Estou ansiosa para o ver. Toda a gente que conheço e que o viu diz ser mesmo impressionante.
Vi e gostei. Gostei do realismo, e da forma como não se transformou num filme sensacionalista. Souberam explorar de forma corajosa a parte boa da essência do ser humano. :)
APROVADO!
Este é um daqueles filmes que gostava muito de ver, mas não vou ser capaz! Tive a mesma reacção com "O rapaz do pijama às riscas".
http://misscastelinhos.com/
Uma correcção não é sismo e tsunami mas apenas tsunami. Um tsunami é um sismo no mar!
E um dos que decidi nao ver. Nao consigo.
Porquê usar a palavra tsunami quando a nossa maravilhosa língua é das raríssimas que tem palavra própria para esse fenómeno? Maremoto, penso eu que fica melhor...
E sim, também quero ver o filme.
Porquê usar a palavra tsunami quando a nossa maravilhosa língua é das raríssimas que tem palavra própria para esse fenómeno? Maremoto, penso eu que fica melhor...
E sim, também quero ver o filme.
Esse é daqueles filmes que ainda não tenho estofo para ver.
Só ontem tomei coragem de ver "capitães da areia". Li o livro e que me fartei....
talvez para o ano veja esse do tsunami...:)
Vi o trailer e fiquei sem respirar!
Este filme não me escapa.
vidademulheraos40.blogspot.com.
Achei que nao seria capaz de ver porque na apresentação comecei logo a chorar.
Mas consegui ver...é de ficar sem palavras...
Nem quero imaginar passar por algo tão pouco parecido.
E este clima cada vez mais imprevisivel e assustador.
Na escola a onde trabalhei em 2005 o filho de uma professora de ed física vinha após as aulas terminadas com um outro professor que o trazia para perto da mãe, ele tinha na altura 14 anos e o trauma que viveu naquilo que seria as férias paradisíacas, ele traumatizado por ter estado perdido umas horas da família ainda não tinha ultrapassado e só se sentia seguro junto da mãe, áptico mas com recomendações que era o melhor para o tratamento.
Já vi, realista e avassalador...
Chorei, chorei o filme inteiro :s, depois levei a noite a sonhar com as imagens. Muito forte mesmo, o medo é uma coisa incrível, só imaginava os meus filhotes naquelas situações, grandes pequenos actores.Este filme é um dos que não se esquece nunca.
Vi e fartei-me de chorar!
1º porque também somos uma de 5 e depois porque já estive naquele paraiso e conheci um pouco da realidade pós-tsunami.
O que mais me custou pensar depois de ver o filme é se o instinto de sobrevivência e de guarda por um dos filhos é superior à dor da (suposta) perda de outro. Não sei bem como conseguiria fazer essa gestão, sinceramente.
Está na lista para ver.
homem sem blogue
homemsemblogue.blogspot.pt
Com muita vontade mas também com muito receio de ver este filme!
Um beijinho
Lo imposible? Já cá tenho, talvez logo à noite, glup
Agora que sou mãe, não consigo ver este filme. O sentimento de abandono que sugere é avassalador. Nem consigo imaginar. Eu não conseguiria ver...
vi ontem.
tive de ir a correr para casa e apertei os meus filhos com tanta força que até estranharam... (e eu aperto-os muito!)
é um filme cru, e muito difícil de digerir, mas que nos faz dar valor à vida e àquilo que temos...
Tenho mesmo de ir ver....
Cocó, não pude deixar de comentar que realmente "Lo impossible" é uma das histórias verídicas mais desesperantes a que assisti. Fica aqui o link da entrevista que Maria Belon, a verdadeira mãe representada no filme, deu a uma radio espanhola em 2007, entrevista esta que originou a ideia do filme. O relato da mãe é sufocante.
Peço desculpa, comentei e não deixei o link. Aqui vai: http://www.ivoox.com/maria-belon-superviviente-del-tsunami-2004-tu-audios-mp3_rf_1454887_1.html
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