domingo, 26 de Janeiro de 2014

Hoje, domingo, na revista do DN e do JN


11 comentários:

Luísa Quaresma disse...

Uma grande reportagem. Gostei muito!

Caetana disse...

Já li. Que murro no estômago...

Marieces disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Marieces disse...

Bem que tentei mas não consegui ler até ao fim.. talvez mais daqui a pouco ou noutro dia..
Mas é um murro no estomago é.
Já passei por esta situação e nem ao aeroporto consegui ir. Custa, custa muito.

Ana disse...

Chorei tanto! Revi-me na reportagem porque também eu estou a viver esta dualidade de sentimentos, uma vez que vou para fora no próximo mês!

Obrigada por esta reportagem que expressa tudo aquilo que sentimos por ter que abandonar o país (ansiedade, revolta, curiosidade, esperança e saudades constantes).

Sara Liquid disse...

E se eles nunca mais voltam?

Este fim-de-semana fui a Paris e, numa conversa durante uma longa viagem de carro, perguntei aos meus tios, lá emigrados há mais de 40 anos, se não pensavam regressar a Portugal.

"De vez não. Vínhamos só para juntar dinheiro mas acabámos por construir aqui a nossa vida. As tuas primas nasceram cá e Portugal é só para férias, nem se sentem portuguesas. Já estamos com netos e tudo. Para quê voltar? A nossa vida é aqui."

Fiquei com um aperto no peito a pensar em todos, tantos tão próximos, que estão agora a partir nesta nova vaga de emigração.

E se eles nunca mais voltam?

Que aperto.

saraliquidprojects.wordpress.com

dona da mota disse...

Esta ainda não li mas na semana passada li a dos bons patrões e amei. Tão bons exemplos... devia ter divulgado, não me apercebi, pelo menos. Um deles foi patrão de um tio meu e é exactamente o que escreveu.
Portugal precisa tanto de gente assim!!!

Mary QA disse...

Costumo comprar este jornal mas este fim-de-semana não o fiz, e só agora vi esta capa. Sem ler nada, sem ver nada mais que a capa já fiquei de aperto no estomago... já fui emigrante, saí de Portugal em 2006 por razões muito diferentes das dos jovens de hoje, mas se há coisa que não esqueço foram as despedidas, as últimas horas em Portugal. Ui, que dor...
Não sei se vou conseguir ler...
(tb muito dolorosas foram as despedidas das primeiras visitas que tivemos, quando recebemos os amigos ou família por uma semana e depois os levamos ao aeroporto para voltar à nossa vidinha longe de todos. Custou-me muito, muito, muito. E quando há uma festa de anos, ou uma ocasião especial, e nós longe? E quando nasce um sobrinho e nós não estamos por perto? Enfim)

Miss Borboleta disse...

Olá Sònia quero ler a reportagem do ultimo DN magazine, mas so vejo uma foto do Orlando Almeida... sera mesmo assim no site ou tenho que clicar em algum lado e não estou " a ver o padeiro"? :D
Bem gostaria de comprar a revista, mas esqueci-me :(

Cátia Lopes disse...

Para mim que passei e tenho passado pelo mesmo, existe apenas uma forma de atenuar esta dor, encarar a partida sempre como um
até já!
http://sacoladadiferenca.blogspot.co.uk/

Martinha disse...

Comprei de propósito para ler esta reportagem. Apesar de nunca ter tido ninguém tão próximo que tivesse que partir, doeu ler, imaginar sem conseguir todas as emoções e a dor de partir. Fiquei com lágrimas nos olhos