segunda-feira, 3 de Março de 2014

Skype

Sou tão fã. Faço entrevistas a pessoas que estão longe, por Skype, às vezes até de pijama (só se vê a cabecinha). Nada substitui a entrevista presencial, nada substitui o olhar, o sentir, o cheirar. Mas isso é válido para as reportagens, que carecem de detalhes, que vivem dessa descrição. Quando são artigos de 3 colunas, o Skype cumpre muito bem esse papel, porque não faltam o olhar e os gestos, e poupa-se (dinheiro e tempo) em viagens pelo país. Repito: nada substitui a presença física, mas o Skype salva-me, nos dias que correm e que são ditados pela palavra "poupança", por parte dos meios. Mesmo quando tenho 3 crianças em casa e uma delas, acabada de acordar, aparece na entrevista e diz adeus aos entrevistados, do lado de lá do ecrã, ou quando o mais velho despeja os cereais com a chinfrineira respectiva. A minha vida acontece, à volta, enquanto entrevisto pessoas, e isso é novo e é estranho, mas salva-me, ainda assim.

4 comentários :

SSilva disse...

A minha familia e o Skype já temos uma relação de anos.... Desde as netas para falarem com os avós, falar com afilhada em Paris, com os tios no Brasil, com os primos em Londres, com os padrinhos e primas da Africa do Sul, e mais recentemente com o marido em Angola. Bendito Skype, Voip, oovoo, Facebook, you name it!!!

Ela disse...

Por aqui o skype é companhia habitual há 3 anos, desde que me mudei para outro continente. As novas tecnologias ajudam muito a encurtar distâncias e a combater as saudades.

E sim, muitas vezes do outro lado também me vêem de pijama ou a tomar o pequeno almoço :)

Ana disse...

Estou nos EUA desde 2008 e o Skype é presença assídua para falar com a família e amigos!

Ana disse...

Adoro! Estou nos EUA desde 2008 e o Skype é presença assídua e diária para falar com a família e amigos!! Não é a mesma coisa como ao vivo e a cores mas ajuda e muito!!!